Branco.Como o silêncio das palavras de todas as cores.
O meu comboio de fumo desliza por fátuos oceanos e submerge em apeadeiros de papel.
sexta-feira, março 03, 2006
Um ápice vicioso
Já não sou eu. Onde estava, esqueci-me, Num qualquer momento Desta vida intemporalmente súbita. O tempo atrasou-se. Eu fui embora. E só sei que ele passa quando olho para trás e vejo No percurso que não deixei, O tempo, que nunca quis ser percorrido.
1 comentário:
Vera Diogo
disse...
Não são mais que átomos estas correntes de energia
A Vida é coisa física o relógio é o senhor
O relógio no meu corpo bate as tuas horas as horas do mundo cada fuso horário cada meia hora
Mentalmente fumo um cigarro, de mentol e o seu fumo transporta-me para lá da atmosfera
Sinto-me metafísica mas completamente biológica. 7.12.05
1 comentário:
Não são mais
que átomos
estas correntes de
energia
A Vida é coisa física
o relógio
é o senhor
O relógio no meu
corpo
bate as tuas horas
as horas do mundo
cada fuso horário
cada meia hora
Mentalmente
fumo
um cigarro, de mentol
e o seu fumo
transporta-me para lá
da atmosfera
Sinto-me
metafísica
mas completamente biológica.
7.12.05
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