
Madrugadas de volúpia
Palavras em sangue te dou à luz,
que escorrendo difusas,
ocres,
anseiam por subterfúgios ao anoitecer.
No poder,
de Ser
ângulo morto de uma existência geométrica,
o espelho absorto de uma mente inquieta, sou eu
no resvalar das tuas chagas,
que em cicatriz, invento no fumo de uma sombra intersectada.
Aconteço,
Nas tuas entranhas.
De parto em parto, hei-de rasgar-te
com pensamentos afiados como machados
e no suor dos sonhos, um abraço.
Eis a metáfora das pequenas ironias
que devasso,
crio
e faço.
que escorrendo difusas,
ocres,
anseiam por subterfúgios ao anoitecer.
No poder,
de Ser
ângulo morto de uma existência geométrica,
o espelho absorto de uma mente inquieta, sou eu
no resvalar das tuas chagas,
que em cicatriz, invento no fumo de uma sombra intersectada.
Aconteço,
Nas tuas entranhas.
De parto em parto, hei-de rasgar-te
com pensamentos afiados como machados
e no suor dos sonhos, um abraço.
Eis a metáfora das pequenas ironias
que devasso,
crio
e faço.

2 comentários:
Fantástico... Nem tenho palavras. Adorei realmente... Parabéns novamente
Procurava o meu espaço e encontrei o teu...
Atrevi-me a visitar-te e gostei do que vi e li!
Deixo-te o convite para me visitares! :)
Beijo
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