
A noite é o meu ventre materno
Sou eu que não quero sair de mim.
O meu parto, etenas madrugadas
Envoltas em silêncios de cetim.
Branco.Como o silêncio das palavras de todas as cores. O meu comboio de fumo desliza por fátuos oceanos e submerge em apeadeiros de papel.
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